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Seja em restaurantes em que as bancas se parecem às dos mercados, carregadas de peixes; seja nos mais tradicionais, em que o peixe também faz parte dos pratos do dia. A resposta mais imediata talvez aponte para as mesas à beira‑mar (em Cascais há várias), mas também no centro da cidade se come bom peixe fresco, na grelha ou no tacho. A ideia é pedir petiscos para partilhar, e regá-los com os cocktails preparados no bar no andar de baixo. Esta ideia dos petiscos para ir partilhando já vem do anterior restaurante de João Matos em Cascais, o Cascas, que deu origem a este depois do encerramento forçado.
Os “acompanhantes de luxo” são os legumes braseados, os cogumelos grelhados com queijo da Ilha ou os noodles com balchão e ovo curado. O “cartão de visita” do Cartel 36 são estas linhas de azeite em pó, servidas com pão torrado e azeitonas para começar a refeição. Entre os pratos, há clássicos como os peixinhos da horta com molho tártaro, os ovos à professor séc. Uma oferta gastronómica que o torna um destino de eleição na zona oriental da cidade, desde a abertura em 1980.
O trabalho que ali se faz é sério, mesmo que à primeira vista tudo pareça quase uma brincadeira num tratamento tu cá, tu lá. Cinco anos depois, já não há quem não conheça a casa de José Paulo Rocha e Fábio Algarvio e ainda bem. Que nunca nos faltem os petiscos em Lisboa, isso e a alegria de os partilhar. São bons pitéus – outra definição no dicionário –, perfeitos para serem partilhados, alguns em ambientes bem festivos e regados, sem ser preciso gastar muito. Diz o dicionário que um petisco é uma comida muito apetitosa, mas também uma “iguaria ou prato, geralmente servido em pequenas quantidades, antes do prato principal, como acompanhamento de bebida ou como refeição ligeira”. Porém, as opções no buffet já foram melhores bem como o atendimento já foi melhor
Mergulhe em pratos primorosamente preparados, como o sublime arroz de garoupa com camarões, habilmente descascado e livre de espinhas. Seu ambiente espaçoso e convidativo é o cenário perfeito para almoço, jantar ou um deleite vespertino com petiscos. Incluindo opções destacadas como A Quinta, Grelha da Barra, Zé Varunca, Focus Italian – Restaurante Italiano, Caçoila. 💡 Prefere pratos do dia – Muitos restaurantes oferecem menus diários a preços mais baixos.
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Instalado no piso térreo do Tivoli Oriente, este Guilty partilha a matriz do espaço da Avenida da Liberdade, mas aqui Olivier da Costa quis redimensionar o conceito para lhe dar doses XXL e forte pendor visual. O primeiro abriu no Chiado, seguindo-se esta casa no Parque das Nações, com vista para o rio, e em 2019 foi a vez de Cascais. O espaço, de mil metros quadrados tem uma zona para os miúdos brincarem e, todas as sextas e sábados há karaoke. Como há sempre lugar para a sobremesa, não deixe de provar o carpaccio de ananás ou a canilha de Nutella (8€). Se quer acompanhar ou apenas ter uma refeição mais leve, o espaço também dispõe de saladas, podendo escolher entre a César (14€) ou camarão (15€). Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais.
- Após o sucesso e os elogios da crítica à casa-mãe, pioneira do barbecue coreano em Lisboa, o Han Table expandiu-se várias outras localização.
- O La Tagliatella tem dupla nacionalidade – é uma cadeia espanhola de comida italiana das regiões de Piemonte, Ligúria e Emília-Romagna, sempre em doses generosas.
- Falta dizer que desde que a Musa de Marvila se mudou para esta nova casa que o espaço se tornou ainda mais convidativo.
- Apesar do protagonismo do peixe, não faltam alternativas de mar, como o polvo à lagareiro, nem opções de carne, assim como propostas veganas e vegetarianas e menus infantis.
- A comida é deliciosa e os ingredientes são típicos da região da Transmontana.
Se mar e fogo são, à partida, contrastantes, na gastronomia não podiam combinar melhor. É a Joaquim Saragga Leal que devemos a Taberna Sal Grosso de onde saíram alguns dos chefs, cozinheiros e taberneiros modernos que têm dado que falar, de Zé Paulo Rocha d’O Velho Eurico a Pedro Abril, na Musa. Não surpreendentemente, há mais pratos de peixe e marisco do que carne.
Com a cozinha aberta e os ingredientes frescos à vista de toda a gente, à primeira pode até parecer que se trata de um buffet. Num espaço vocacionado para grupos, a inevitável fumaça é compensada pelo serviço expedito e pela troca frequente das grelhas. Após o sucesso e os elogios da crítica à casa-mãe, pioneira do barbecue coreano em Lisboa, o Han Table expandiu-se várias outras localização. Vindo do Vistas, no Algarve (então com uma estrela Michelin), Rui Silvestre afastou o Fifty Seconds da linha clássica do chef espanhol e impulsionou-o para um novo ciclo. E a decoração, inspirada no design de Xangai dos anos 1920 e 1930, merece a visita por si só.
Comida muito boa e ótima oferta/variedade de vinhos locais e portugueses. Como de costume, incluí fotos de dois pratos, além https://tribunasportsbar.pt/ da conta. Localizado no primeiro andar, acessível por elevador, este espaçoso restaurante conta com garçons atenciosos e prestativos.